quarta-feira, 26 de junho de 2013

Breve síntese sobre nosso trabalho...

           Nosso trabalho de pesquisa centralizado no tema "Por que dormimos" teve algumas questões norteadoras, como o que acontece com o nosso corpo quando dormimos, de onde vem o sono, e também, o que acontece com nosso sistema biológico quando não dormimos e porque umas pessoas precisam dormir mais que outras. Nossas bases de pesquisas foram revistas, vídeos, blogs e artigos online.                    Estas dúvidas foram respondidas através de vídeos, sequencias de links, imagens, história em quadrinho. Procuramos mostrar de forma sintética e simples a importância que o sono tem em nossas vidas, utilizando o cotidiano e o cientifico.                      
                Então, a partir desta pesquisa podemos dizer a quem nos lê que o sono advêm de uma necessidade do organismo humano, onde na infância o sono é necessário para o crescimento do bebê, pois no sono o organismo libera um hormônio responsável pelo crescimento, o GH (growth hormone) que age tando nos bebês como nos adultos. E vimos que uma boa noite de sono resulta na fixação do que foi aprendido e conhecido durante o dia, sendo que suma importância para crianças na fase escolar.
                 


                Já na fase da adolescência o crescimento diminui para 10% então o sono torna-se ainda mais importante, porque como em todas as fases se não se tem a quantia de sono que cada individuo e seu organismo precisa, pode ocorrer deste mesmo individuo ter doenças com mais facilidade pela falta de imunidade, sem contar que uma noite de sono regulada pode auxiliar também na perda de peso, de até 780g por noite, então vamos lá regular o sono para que tenhamos uma boa vida.

Alguns fatos sobre o sono que podem "arruinar" ou "salvar" sua vida

1. Sono ruim, coração ruim: "pessoas que dormem menos de seis horas por dia ou sofrem de distúrbios do sono possuem 48% mais chance de desenvolver alguma doença cardíaca", segundo pesquisadores de Harvard, nos EUA.

2. Emagreça dormindo: "Dormir pouco altera a produção de leptina, um hormônio produzido pelas células gordurosas do nosso corpo e que atua como regulador de apetite e controlador da massa corporal", como constatou um estudo publicado pelo International Journal of Obesity.

3. Durma pouco e pegue um resfriado: De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, localizada na cidade de Pittsburgh, EUA, a qualidade do sono influencia o sistema imunológico do ser humano, tornando-o mais ou menos suscetível a pegar gripe.

4. Dormir bem torna você mais esperto: É fácil constatar que dormir mal deixa qualquer um apático, esquecido e facilmente irritável. Basta passar algumas noites em claro para que isso aconteça. O problema é que, com o passar do tempo, esses efeitos colaterais podem se transformar em problemas de rendimento no trabalho e na escola, além de depressão clínica e distúrbios do humor

5. Se não dormiu, não dirija: "a “cochilada” no volante é a responsável por mais de 100 mil desastres por ano naquele país, resultando em mais de 40 mil traumas físicos e 1.550 mortes." De acordo com a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA)

6. Não mexa no relógio biológico: "Esse “relógio” consiste em um mecanismo genético ajustado para dias de 24 horas e ciclos regulares de luz, escuridão e sono. No corpo humano, ele influencia diversos processos biológicos, que vão desde a fertilidade até a produção de hormônio e a efetividade de alguns medicamentos."  Segundo Pesquisadores da Universidade do Estado do Oregon, nos EUA.

7. Sono, a fonte da juventude: A Clinical Sleep Research Unit, da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, constatou que pessoas que dormem cerca de sete horas por dia vivem mais do que aquelas que costumam dormir quantidades diferentes dessa.

Fonte: Tecmundo. Jan./2012


O sono em cada fase da vida...

O ato de dormir não é apenas uma pausa para descanso do corpo e da mente. Em todas as fases da vida, nosso organismo trabalha para valer nesse período:
  • Infância: 


      É durante o sono que o organismo produz alguns hormônios. Entre eles, o mais importante é o do crescimento (growth hormone), o GH, secretado no primeiro terço da noite tanto nas crianças quanto nos adultos. O GH é essencial para o crescimento dos ossos e músculos.      
      Então, a antiga lenda que a criança cresce enquanto dorme já é um fato comprovado
    Pesquisadores da Universidade de Wisconsin, dos Estados Unidos, constataram por meio de sensores que os ossos de carneiros recém-nascidos, medidos a cada 167 segundos, por cerca de três semanas, cresceram pelo menos 90% no período de descanso dos animais. Os especialistas acreditam que o mesmo acontece com as crianças e adolescentes. As conclusões do trabalho foram publicadas no Journal of Pediatric Orthopedics. 

                            Os bebês não escapam da falta de sono. “Aos seis meses, pode ocorrer a insônia do lactente. Sua origem é puramente emocional. Devido ao estresse e à insegurança dos adultos, o bebê também se sente inseguro e desprotegido ao adormecer”, explica o neurologista infantil Rubens Wajnsztejn, professor da Faculdade de Medicina do ABC. 
                          

                          Na idade pré escolar, além do crescimento, o sono ajuda na fixação dos conceitos aprendidos durante o dia. “Noites mal dormidas resultam em um aprendizado de má qualidade”, ressalta o neurologista infantil. Nessa fase, a insônia também tem origem emocional. “O mais comum é o medo do escuro”, conta o médico Rubens Wajnsztejn





  • Adolescência 
         Até os 20 anos, o organismo aproveita 100% dos hormônios do crescimento, porque o corpo ainda está se desenvolvendo. Após essa idade, o aproveitamento destes hormônios é de apenas 10%. Daí, a necessidade de um sono regular. Isso para não dizer que as funções cognitivas, como raciocínio e memória, por exemplo, também ficam comprometidas se, por acaso, o adolescente não dormir o que precisa à noite. “O sono dos jovens é muito bagunçado. Eles começam a adquirir péssimos hábitos, como dormir de madrugada. Para compensar, acabam dormindo à tarde, o que atrapalha o sono noturno”, alerta o médico Rubens.

         Um dos conselhos para melhorar a qualidade do sono na adolescência é tentar manter horários regulares para dormir e acordar. Assim, fica mais fácil para o relógio biológico saber em que hora seu ‘dono’ deve dormir – e manter-se regulado. 

  • Idade adulta
        Para aguentar o dia-a-dia, só uma boa noite de sono para recarregar as baterias e manter a saúde física e mental. Dormir bem auxilia nas funções cardiovasculares, fortalece o sistema imunológico (quem não dorme direito está mais sujeito a resfriados e gripes, por exemplo) e ajuda a manter o peso. Estudos comprovam que dormindo o necessário, um adulto pode perder até 700g por noite. Por outro lado, com a falta de sono, os reflexos ficam prejudicados. 
            Por exemplo: um motorista que dirige sem ter dormido tem a mesma perda de reflexo daquele que guia embriagado. 
             A concentração, a atenção e a memória também ficam comprometidas.
  • No idoso
          Com o envelhecimento, ocorrem diversas alterações na estrutura do sono. Seus ciclos tornam-se mais curtos e o idoso acorda mais durante à noite. Assim, o tempo de sono noturno torna-se menor. Para compensar, ele cochila durante o dia. A redução da visão e da audição, o isolamento social e a diminuição da percepção de estímulos externos e um menor tempo de exposição à luz natural também contribuem para que o idoso durma menos e mais cedo, acordando de madrugada. Em geral, dormem cerca de cinco a seis horas por noite. No entanto, essa não é uma regra. Segundo estudos, idosos que se mantêm ocupados durante o dia, em atividades físicas e sociais, dormem à noite tão bem quanto qualquer adulto jovem. Portanto, manter-se ativo durante o dia é fundamental para uma boa noite de sono.




Fonte: Revista Viva Saúde, Ed. 39. Jan/2007


quarta-feira, 19 de junho de 2013

HORA DE DORMIR!!!!

Atividade proposta pela disciplina de Informática na Educação, ministrada pela professora Carla Beatris Valentini e tendo como monitoria Sintian Schmidt. Vídeo elaborado pelas acadêmicas: Janaina Zini, Jovana Carraro, Morgana Dallegrave, com intuito de mostrar um pouco mais sobre nosso tema gerador de forma criativa.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Pingo, o menino que não queria dormir...


Vídeo para entender o sono

       

         Conforme cedemos para o sono, contrações musculares súbitas começam a escapar de nosso cérebro, fazendo com que nossos braços e pernas a tremam. Algumas pessoas são surpreendidos por eles, outros têm vergonha. Ninguém sabe ao certo o que faz com que esses espasmos apareçam, mas eles representam os efeitos colaterais de uma batalha pelo controle escondido no cérebro, que acontece a cada noite no limite entre a vigília e o sonho.
            Normalmente ficamos paralisados ¿¿enquanto dormimos. Mesmo durante os sonhos mais vívidos nossos músculos ficam relaxados, e mostram poucos sinais de nossa excitação interna. Eventos no mundo exterior geralmente são ignorados. Experimentos mostraram que, mesmo se você dormir com os olhos abertos e alguém colocar uma luz em você, é improvável que ele irá afetar seus sonhos. Mas a porta entre o sonhador e o mundo exterior não está completamente fechada. Dois tipos de movimentos escapam os sonhos, e cada um tem uma história diferente.
            Os movimentos mais comuns que fazemos durante o sono são rápidos movimentos oculares (REM). Quando sonhamos, nossos olhos se movem de acordo com o que nós estamos sonhando. Espasmos não são assim. Eles são mais comuns em crianças, quando nossos sonhos são mais simples. Os movimentos, porém, não refletem o que está acontecendo no mundo dos sonhos - se você sonhar que está andando de andar de bicicleta, você não irá mover as pernas em círculos. Em vez disso, espasmos na perna parece ser um sinal de que o sistema motor ainda pode exercer algum controle sobre o corpo. Ao invés de ter um único interruptor de liga e desliga no cérebro para controlar o sono (noite e dia), temos dois sistemas opostos equilibrados uns contra os outros que passam por uma dança diariamente, onde cada um tenta tomar o controle da outra.
            No fundo do cérebro, abaixo do córtex (a parte mais evoluída do cérebro humano) fica um deles: uma rede de células nervosas chamadas de sistema ativador reticular. Isto está situado entre as partes do cérebro que controlam os processos básicos, tais como a respiração. Quando o sistema de ativação reticular está em pleno vigor nos sentimos alerta e inquieto - isto é, estamos acordados. Oposto a esse sistema, temos o núcleo ventrolateral preoptic: 'ventrolateral' significa que é na parte de baixo e na direção da borda no cérebro, 'preoptic' significa que é um pouco antes do ponto em que os nervos dos olhos. São chamados de VLPO. Sua localização perto do nervo óptico é presumivelmente para que ele possa coletar informações sobre o início e o fim do horário de verão, e assim influenciar nossos ciclos de sono.
            Quando a mente volta para a sua tarefa normal de interpretar o mundo externo, e começa a gerar o seu próprio entretenimento, a luta entre o sistema de ativação reticular e VLPO pende a favor do último. A paralisia do sono, então começa. O que acontece a seguir não é totalmente claro, mas parte da história é que a luta pelo controle do sistema motor ainda não teria terminado. Poucas batalhas são vencidas completamente em um único momento. Ou seja, espasmos noturnos são os últimos suspiros do controle motor normal durante o dia.
            Algumas pessoas relatam que os espasmos acontecem quando eles sonham que estão caindo ou tropeçando. Este é um exemplo do fenômeno raro conhecido como incorporação de sonho, onde algo externo, como um despertador, é construído em seus sonhos. Quando isso acontece, ele ilustra a incrível capacidade da nossa mente para gerar histórias plausíveis. Nos sonhos, as áreas de planejamento e previsão do cérebro são suprimidos, permitindo a mente para reagir de forma criativa para onde quer que ele vagueie.
            Portanto, há uma simetria agradável entre os dois tipos de movimentos que fazemos quando adormecido. Movimentos oculares rápidos são os vestígios de sonhos que podem ser vistos no mundo acordado. Espasmos parecem ser os traços da vida de vigília que se intrometem no mundo dos sonhos.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nossas dúvidas...

1) O que acontece com nosso corpo quando dormimos?
2) De onde vem o sono?
3) O que vem a acontecer com o sistema biológico quando não dormimos? 
4) Por que algumas pessoas precisam dormir mais que outras?

MAPA CONCEITUAL


O que acontece com nosso corpo quando dormimos?

            
Conforme cedemos para o sono, contrações musculares súbitas começam a escapar de nosso cérebro, fazendo com que nossos braços e pernas a tremam. Algumas pessoas são surpreendidos por eles, outros têm vergonha. Ninguém sabe ao certo o que faz com que esses espasmos apareçam, mas eles representam os efeitos colaterais de uma batalha pelo controle escondido no cérebro, que acontece a cada noite no limite entre a vigília e o sonho.
            Normalmente ficamos paralisados ¿¿enquanto dormimos. Mesmo durante os sonhos mais vívidos nossos músculos ficam relaxados, e mostram poucos sinais de nossa excitação interna. Eventos no mundo exterior geralmente são ignorados. Experimentos mostraram que, mesmo se você dormir com os olhos abertos e alguém colocar uma luz em você, é improvável que ele irá afetar seus sonhos. Mas a porta entre o sonhador e o mundo exterior não está completamente fechada. Dois tipos de movimentos escapam os sonhos, e cada um tem uma história diferente.
            Os movimentos mais comuns que fazemos durante o sono são rápidos movimentos oculares (REM). Quando sonhamos, nossos olhos se movem de acordo com o que nós estamos sonhando. Espasmos não são assim. Eles são mais comuns em crianças, quando nossos sonhos são mais simples. Os movimentos, porém, não refletem o que está acontecendo no mundo dos sonhos - se você sonhar que está andando de andar de bicicleta, você não irá mover as pernas em círculos. Em vez disso, espasmos na perna parece ser um sinal de que o sistema motor ainda pode exercer algum controle sobre o corpo. Ao invés de ter um único interruptor de liga e desliga no cérebro para controlar o sono (noite e dia), temos dois sistemas opostos equilibrados uns contra os outros que passam por uma dança diariamente, onde cada um tenta tomar o controle da outra.
            No fundo do cérebro, abaixo do córtex (a parte mais evoluída do cérebro humano) fica um deles: uma rede de células nervosas chamadas de sistema ativador reticular. Isto está situado entre as partes do cérebro que controlam os processos básicos, tais como a respiração. Quando o sistema de ativação reticular está em pleno vigor nos sentimos alerta e inquieto - isto é, estamos acordados. Oposto a esse sistema, temos o núcleo ventrolateral preoptic: 'ventrolateral' significa que é na parte de baixo e na direção da borda no cérebro, 'preoptic' significa que é um pouco antes do ponto em que os nervos dos olhos. São chamados de VLPO. Sua localização perto do nervo óptico é presumivelmente para que ele possa coletar informações sobre o início e o fim do horário de verão, e assim influenciar nossos ciclos de sono.
            Quando a mente volta para a sua tarefa normal de interpretar o mundo externo, e começa a gerar o seu próprio entretenimento, a luta entre o sistema de ativação reticular e VLPO pende a favor do último. A paralisia do sono, então começa. O que acontece a seguir não é totalmente claro, mas parte da história é que a luta pelo controle do sistema motor ainda não teria terminado. Poucas batalhas são vencidas completamente em um único momento. Ou seja, espasmos noturnos são os últimos suspiros do controle motor normal durante o dia.
            Algumas pessoas relatam que os espasmos acontecem quando eles sonham que estão caindo ou tropeçando. Este é um exemplo do fenômeno raro conhecido como incorporação de sonho, onde algo externo, como um despertador, é construído em seus sonhos. Quando isso acontece, ele ilustra a incrível capacidade da nossa mente para gerar histórias plausíveis. Nos sonhos, as áreas de planejamento e previsão do cérebro são suprimidos, permitindo a mente para reagir de forma criativa para onde quer que ele vagueie.
            Portanto, há uma simetria agradável entre os dois tipos de movimentos que fazemos quando adormecido. Movimentos oculares rápidos são os vestígios de sonhos que podem ser vistos no mundo acordado. Espasmos parecem ser os traços da vida de vigília que se intrometem no mundo dos sonhos.

A origem do sono


Segundo Tassilo Orpheu Spalding (¿Deuses e Heróis da Antiguidade Clássica¿), entre os mitos vergilianos, sono (suspensão normal e periódica da consciência e da vida de relação, durante a qual o organismo se separa da fadiga) era, na antiga mitologia, filho do Érebo e da Noite e pai dos Sonhos. Era irmão de Tánatos, a Morte. Em Grego tinha o nome de Hipnos. Diz o autor que: ¿Seu palácio encontrava-se num antro inacessível aos raios do Sol e cuja entrada era obstruída por imensos tufos de papoulas e de outras plantas soporíferas. O rio do esquecimento corria através desse palácio, e outro ruído não se ouvia além do doce murmúrio das suas águas. Nesse palácio, num leito de ébano cercado de cortinas negras e guarnecido de finos cobertores de penas, repousava esse tranqüilo deus. Segurava numa mão um corno, na outra um dente de elefante. Os Sonhos volteavam ao seu redor. Morfeu, seu principal ministro, mantinha silêncio perpétuo e absoluto nessa sombria morada¿.

Fonte: MENDES, Iba. [http://www.etimologista.com/2012/02/origem-do-sono.html] Disponível desde: 19/02/2012